Quando eu e minha esposa estávamos procurando uma casa para realizarmos o sonho de termos nosso próprio lar, o espaço para a construção de uma oficina era imprescindível. E Deus nos abençoou com uma excelente casa, bem construída, bem localizada e com o espaço mais do que suficiente.

Nos mudamos numa quinta-feira e já no sábado, o pedreiro iniciava a construção do sonho de todo cuteleiro, um espaço especialmente construído para poder fazer nascer suas lâminas.

Fizemos com o teto alto, forro acompanhando o madeiramento, espaço adequado para trabalhar tranquilo, fiação elétrica recomendada para indústrias, e muitas…. muitas tomadas. Nas paredes, muito espaço para pendurar minhas bugigangas.

Visão externa da minha oficina, local onde passo longas e prazerosas horas me divertindo, curtindo um som, conversando comigo mesmo e com Deus.

 

A área de forjamento, uma pequena varanda onde nascem todas as peças.

 

Trio da pesada: martelete mecânico (à esquerda), a bigorna Kohlswa (fabricação sueca da década de 1930) ao centro e a prensa hidráulica de 41 toneladas de força (à direita).

 

Uma pequena bancada para as ferramentas de forjamento e o carrinho com a máquina de solda elétrica e a policorte.

 

Visão interna (da esquerda para a direita): armário de aço onde guardo meus insumos; furadeira fresadora com morsa de precisão, base magnética e sistema de refrigeração; politriz; estúdio para fotos; torno de bancada; e forno eletrônico para tratamento térmico.

 

O armário onde guardo centenas de insumos e pequenas ferramentas. Limpeza e organização é imprescindível. De cima para baixo:

Primeira prateleira: máquinas portáteis (esmerilhadeira, furadeira manual, micro-retíficas e até um pirógrafo);

Segunda prateleira: insumos;

Terceira prateleira: ferramentas;

Quarta prateleira: materiais de cabo;

Quinta prateleira: couro para bainhas.

 

O outro lado: Quadro para anotações, forno eletrônico, lixadeiras, serra-fita, quadro de ferramentas, furadeira de bancada com morsa de coordenadas e bancada para acabamento das peças.

 

Estacionamento para bicicletas!!!

 

A bancada de acabamento, ventilador, som (muito rock, salsa cubana e blues…. dependendo do dia!), forno para revenimentos, pia e prensa hidráulica manual.

 

A “casa da árvore” do Francisco e do Enzo. O teto da oficina é bastante alto, assim construí uma plataforma que fica a 3 metros do chão pra molecada brincar e ir se ambientando à oficina. Parece pequeno o espaço, mas cabem tranquilamente 6 ou 7 adultos deitados. O sino de bronze que aparece na foto foi comprado por meus avós maternos em 1946, o ano em que se casaram. Esperei pela doação deste sino por uns vinte anos. Acho que minha irmã Ana Lucia trocaria um carro zero por este sino…. mas eu não troco!!!

 

Outro ângulo da “casa da árvore”. O alçapão tem um sistema de gatilho que o trava aberto automaticamente para evitar de usar as mãos para mantê-lo aberto.

Engenharia Tupiniquim.

A “casa da árvore” com a escada basculante recolhida e o alçapão de acesso fechado. A molecada se diverte nesse cantinho…. e eu também!

 

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